O lubrificante automotivo é essencial para garantir a durabilidade e o bom funcionamento do motor, tendo a função de lubrificar as peças reduzindo o ruído, desgaste, realizando a manutenção da temperatura, limpeza e proteção dos componentes contra oxidação.

Acompanhe o artigo e fique por dentro do assunto.

Simples Lubrificante?

O óleo lubrificante é fundamental para o bom funcionamento e desempenho do automóvel, podendo ser de origem animal, vegetal ou sintético. Sua principal função é a lubrificação, evitando o atrito que consequentemente gera desgaste dos componentes, além disso mantém a temperatura ideal para o funcionamento do motor e realiza a limpeza do mesmo, eliminando as impurezas geradas pela combustão juntamente com o de filtro de óleo. Se não bastasse ele ainda atua na vedação impedindo vazamentos e protegendo as peças da oxidação.

A troca de óleo é indispensável a cada 10 mil quilômetros rodados, mas a manutenção também tem que ser feita em veículos que praticamente não rodam, pois o lubrificante tem validade e perde o desempenho.

No setor automotivo os óleos são classificados em categorias:

  • mineral: é produzido a partir da mistura de óleo mineral proveniente do refino do petróleo e aditivos, utilizado em motores a gasolina e diesel.
  • sintético: produzido em laboratórios, é uma combinação de óleo sintético e aditivos, utiliza-se na composição substâncias como ésteres, resinas, silicones entre outros. Ideal para veículos com motores modernos.
  • semissintéticos: compostos por aditivos e uma mistura proporcional de óleo mineral e sintético.

Principais características do óleo lubrificante

Cada tipo de motor tem uma característica e é necessário seguir as recomendações do fabricante para efetuar a troca do óleo e garantir sua funcionalidade. O óleo tem que cumprir exigências dos órgãos fiscalizadores, obter todos os níveis de desempenho (API, ACEA OU ILSAC) e homologações para atender as montadoras e determinados modelos de veículos.

Óleo sendo analisado

Filtros automotivos: saiba mais sobre esses componentes

As principais características dos óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade e a densidade.

A viscosidade é medida pela forma como o óleo escoa, ela não é constante variando de acordo com a temperatura do mesmo, quanto mais alta a temperatura menor a viscosidade. O índice de viscosidade mede a variação da viscosidade com a temperatura. E a densidade indica a relação entre a densidade do óleo e a densidade da água.

No Brasil o órgão fiscalizador responsável pela qualidade do lubrificante é a ANP Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, qual zela para que as indústrias cumpram com todas as normas exigidas desde a exploração do petróleo até atingir a qualidade necessária para o mercado de lubrificantes. A ANP regula os registros de lubrificantes acabados produzidos no país e os importados, estabelece requisitos mínimos para a destinação correta do lubrificante após seu uso, quando perde suas propriedades tendo que passar por um processo de rerrefino.

Você pode conferir o boletim de monitoramento de lubrificantes para acompanhar dados e quais empresas estão de acordo com as regras de qualidade exigidas.

Algumas medidas para evitar ou controlar o consumo de óleo elevado

Você sabia que 75% do desgaste do motor ocorre no momento da partida? São nestes poucos segundos que o motor trabalha a seco que pode acarretar sérios danos ao mesmo, por isso utilizar o óleo correto e de boa qualidade é fundamental para garantir que o carro continue em perfeitas condições.

É preciso sempre estar atento ao nível de óleo, existe um gasto natural mas além disso a situação é preocupante. No caso de veículos novos até que os componentes do motor como cilindros, eixo virabrequim e pistões se ajustem existe um gasto considerável de óleo.

Em veículos com grande quilometragem o alto consumo também é aceitável pois os componentes do motor já apresentam grande desgaste.

#1 – O consumo de óleo descontrolado pode ser em decorrência de algum vazamento. Importante checar as junções e vedações para certificar-se de que as mesmas estejam em perfeitas condições, pois podem ocorrer gotejamentos mas quando for muito intenso ou frequente é motivo de apreensão.

#2 – Evitar o excesso de peso transportado pelo veículo, este juntamente com a calibragem incorreta dos pneus afeta no consumo excessivo de óleo, pois exige mais do motor para manter a temperatura e lubrificação ideal de trabalho. Podendo gerar também problemas e desgaste em peças da suspensão, freio e pneus.

#3 – Fique de olho, a correia dentada gasta pode acarretar também no aumento do consumo de óleo, pois a sincronia na abertura e fechamento das válvulas pode não estar de acordo aumentando o vácuo, assim gerando contaminação da câmara com óleo do motor.

#4 – Outro alerta! Quando perceber uma fumaça branca saindo do escapamento pode ser óleo queimando na câmara de combustão, decorrente a folga nos anéis de vedação dos pistões ou até mesmo anéis quebrados.

#5 – Evite estender demais as trocas de óleo, ele perde suas propriedades e capacidade do desempenho, portanto mantenha sempre a manutenção em dia de acordo com o especificado.

Cuidados como estes garantem a melhor performance do carro e aumentam a vida útil do mesmo. Para evitar qualquer tipo de problema mantenha a manutenção em dia, procure um mecânico de confiança e lembre-se sempre de utilizar óleo correto e de boa qualidade.

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